Yes
O Banquete das Sombras e o Trono de Carne
A madrugada na casa do BBB tinha aquele silêncio peculiar, uma calmaria artificial que escondia as tempestades de ego e desejo que fervilhavam sob o teto do Projac. Na cozinha, apenas a luz da geladeira e os LEDs suaves sobre a bancada iluminavam a silhueta de Ana Paula. Ela estava sentada em um dos bancos altos, vestindo apenas um camisetão de Juliano que mal cobria a polpa de sua bunda, segurando uma caneca de café frio. A "puta desbocada" parecia pensiva, mas seus olhos, semicerrados pelo cansaço e pelo resíduo de álcool das festas anteriores, ainda brilhavam com aquela malícia incurável.
O som de passos leves no piso laminado não a assustou. Ela já conhecia o peso daquela pisada. Leandro se aproximou por trás, movendo-se como um predador que já conhece o território. Ele não disse nada de imediato; apenas parou às costas dela, sentindo o calor que emanava da pele clara da loira.
— Ainda acordada, Ana? — a voz dele surgiu como um sussurro rouco, rente ao ouvido dela.
Antes que ela pudesse responder, Leandro inclinou a cabeça e deu um "xero" demorado em seu cangote, aspirando o perfume de baunilha misturado ao suor seco. A barba por fazer roçou a pele sensível de Ana Paula, fazendo-a soltar um suspiro longo que denunciou sua falta de resistência.
— O café tá ruim e a cama tá vazia, Leandro — ela respondeu, jogando a cabeça para trás, oferecendo mais pescoço ao toque dele. — O que um bom moço como você faz fora da toca a essa hora?
Leandro deslizou as mãos pelas laterais do corpo dela, apertando a cintura com uma possessividade que não condizia com sua imagem pública de rapaz reservado.
— Eu vim ver se a maior língua da casa ainda tá com fome — ele disse, a mão descendo perigosamente para a coxa dela, puxando o tecido do camisetão para cima. — Daquela outra vez, a gente brincou, mas ficou faltando uma coisa. Você me deu tudo, mas guardou o principal.
Ana Paula deu um sorriso de lado, virando o rosto para encará-lo. A proximidade era elétrica.
— E o que seria o "principal", seu abusado?
— Você sabe — Leandro rosnou, a mão agora pressionando o centro da intimidade dela por cima da calcinha de renda. — Eu quero o seu rabo, Ana. Quero comer esse teu cu de um jeito que você nunca mais vai esquecer quem manda aqui embaixo quando as luzes se apagam.
A loira sentiu um choque percorrer sua espinha. A audácia dele a excitava mais do que qualquer jogo de sedução barato. Ela se virou no banco, ficando de frente para ele, as pernas abertas envolvendo o quadril do rapaz.
— Você tá muito corajoso hoje, né? — Ela puxou o cabelo dele com força, trazendo o rosto de Leandro para centímetros do seu. — Quer mesmo me ver de quatro implorando por isso?
— Eu não quero só ver, Ana. Eu vou fazer.
— Então para de latir e morde, porra — ela disparou, a voz carregada de urgência. — Vamos pro quarto antes que alguém apareça para fazer um lanche.
Eles caminharam pelo corredor escuro, uma dança de mãos bobas e beijos roubados contra as paredes, até entrarem no quarto que, por sorte, estava vazio naquela hora da madrugada. Assim que a porta se fechou com um estalo seco, Leandro a prensou contra a madeira, levantando suas pernas e encaixando-a em seu quadril.
— Hoje não tem carinho, Ana Paula — ele avisou, mordendo o lábio inferior dela até quase tirar sangue. — Hoje eu vou te foder igual a uma cachorra no cio.
— É assim que eu gosto, seu desgraçado! — ela gritou em um sussurro, as mãos tateando freneticamente o cinto dele.
Leandro a jogou na cama de solteiro e, sem perder tempo, puxou-a pelas pernas para a beira do colchão. Ele a virou de costas com um movimento bruto, deixando-a de quatro, com a bunda empinada e em evidência sob a luz fraca que entrava pela fresta da porta. Ele se livrou da roupa com uma rapidez animal, revelando sua prontidão.
— Olha pra trás — ele ordenou, dando um tapa estalado na nádega direita dela que deixou a marca de seus dedos na pele alva. — Olha o que eu vou enfiar em você.
Ana Paula olhou por cima do ombro, os olhos dilatados de puro desejo. Ela viu o membro de Leandro, latejante e imenso, e sentiu um frio delicioso na barriga.
— Vai logo, Leandro... me arromba... — ela implorou, a voz falhando enquanto esfregava o próprio rosto no lençol.
Leandro não usou lubrificante além da própria saliva e da umidade que já transbordava de Ana. Ele posicionou a ponta no estreito caminho proibido e empurrou com força. O grito de Ana Paula foi abafado pelo travesseiro que ela agarrou com os dentes. Foi uma invasão seca, profunda e possessiva.
— Puta que pariu! — ela conseguiu gemer, o corpo tremendo sob o impacto. — Isso... dói, mas é bom demais... continua!
Leandro começou um ritmo frenético, as mãos agarrando os quadris de Ana Paula como se fossem alças. O som da carne batendo com violência ecoava pelo quarto pequeno. Ele não tinha piedade; a cada estocada, ele buscava o fundo, fazendo a loira arquear as costas e clamar por mais obscenidades.
— Você é minha puta, não é? — Leandro dizia, a voz emaranhada em um rosnado. — Diz pra mim, de quem é esse cu agora?
— É seu! É todo seu, Leandro! Me fode! Me rasga! — ela gritava, entregue ao frenesi da dor e do prazer que se misturavam.
Foi nesse momento, quando o auge da depravação parecia ter atingido seu limite, que a porta do quarto se abriu lentamente. Milena parou na entrada, observando a cena com uma expressão que misturava choque e uma luxúria imediata. A luz do corredor desenhou sua silhueta curvilínea, a pele negra brilhando como obsidiana.
Leandro não parou. Ele olhou para Milena com um desafio nos olhos, mantendo o ritmo violento dentro de Ana Paula.
— Olha só quem chegou — Leandro ofegou, dando mais um tapa na bunda de Ana. — Veio ver o show, Milena? Ou veio participar da festa?
Milena caminhou para dentro do quarto, fechando a porta atrás de si. Ela começou a se despir ali mesmo, deixando o roupão cair e revelando que não usava nada por baixo. Seus seios fartos balançavam levemente enquanto ela se aproximava da cama.
— Eu achei que o barulho era de briga — Milena disse, a voz aveludada e carregada de malícia —, mas pelo visto a Ana Paula tá sendo muito bem educada.
Ana Paula, com o rosto enterrado no colchão e o corpo ainda recebendo as estocadas de Leandro, levantou um pouco a cabeça, os olhos vidrados de prazer.
— Milena... ajuda... — a loira balbuciou, a saliva escorrendo pelo canto da boca.
Milena subiu na cama, posicionando-se bem na frente do rosto de Ana Paula. Ela abriu as pernas, oferecendo sua intimidade úmida e cheirosa diretamente para a boca da loira.
— Se você quer ajuda, vai ter que trabalhar, Ana — Milena comandou, segurando a cabeça de Ana Paula pelos cabelos loiros e puxando-a para perto de sua fenda. — Enquanto o Leandro cuida dessa sua bunda gulosa, você vai lamber cada gota do meu tesão. Bebe tudo, sua puta.
Ana Paula não hesitou. Com o rabo sendo devorado por Leandro e o rosto pressionado contra a buceta de Milena, ela se tornou o centro de um banquete de carne. A loira mergulhou a língua na fenda de Milena com uma fome desesperada, enquanto os gemidos da negra se misturavam aos estalos das estocadas de Leandro.
— Isso, Ana! — Milena gritava, jogando a cabeça para trás enquanto sentia a língua de Ana Paula trabalhar em seu clitóris. — Chupa como se sua vida dependesse disso!
O cenário era de uma luxúria absoluta: Leandro fodia Ana Paula por trás com uma força bruta, enquanto Milena cavalgava o rosto da loira, exigindo total submissão. O quarto cheirava a sexo, suor e à essência de três corpos que haviam esquecido completamente que estavam em um reality show vigiado por milhões.
— Eu vou gozar! — Leandro rugiu, sentindo o aperto final nas entranhas de Ana Paula.
— Eu também! — Milena acompanhou, o corpo entrando em convulsão sobre o rosto da loira.
Ana Paula sentiu o jato quente de Leandro preencher seu interior proibido ao mesmo tempo em que Milena derramava seu mel sobre sua língua. Foi uma explosão sincronizada de sentidos. Os três desabaram na cama, um emaranhado de pernas, braços e fluidos, tentando recuperar o fôlego que o prazer havia roubado.
— Caralho... — Milena murmurou, deitando-se ao lado de Ana Paula e acariciando o rosto suado da loira. — Acho que a gente quebrou o pay-per-view hoje.
Ana Paula, ainda sentindo o latejar em seu corpo, deu uma risada rouca e vitoriosa.
— Deixa quebrar — ela disse, limpando a boca e olhando para Leandro, que recuperava o ar sentado na ponta da cama. — O Brasil queria entretenimento, não queria? Pois eles acabaram de ter o melhor de todos.
Leandro sorriu, um sorriso sombrio e satisfeito, enquanto olhava para as duas mulheres à sua frente.
— Amanhã o jogo continua — ele disse, levantando-se para se limpar —, mas hoje... hoje a gente foi dono dessa casa.
— Donos não — corrigiu Milena, puxando Ana Paula para um beijo lento e carregado de promessas para a próxima madrugada. — Nós fomos os deuses desse lugar. E deuses não seguem regras.