D70
O Trono da Luxúria e a Marca do Rei
A atmosfera no quarto real de Helheim estava saturada com o cheiro de sexo, suor e a essência divina de Hades. O Imperador, Qin Shi Huang, estava ofegante, com os cabelos negros espalhados pelo rosto e o corpo marcado por horas de uma entrega absoluta. Durante uma das estocadas mais profundas de Hades, em um momento de puro êxtase e domínio, o Rei do Submundo não se conteve. Sua mão grande e pesada subiu e atingiu o rosto de Qin com força. O som do tapa ecoou como um tiro no quarto silencioso.
Qin tombou a cabeça para o lado, o impacto fazendo sua visão girar por um segundo. Quando ele se recuperou e olhou para o grande espelho de moldura dourada à frente da cama, viu a marca nítida dos dedos de Hades impressa em sua bochecha pálida, que agora ardia em um vermelho vivo e pulsante.
— Ora, Hades... — Qin murmurou, passando os dedos trêmulos sobre a marca. Ele soltou uma risada rouca, carregada de um prazer masoquista que apenas aquele deus conseguia despertar. — Olhe só para isso. Minha bunda vai acabar ficando com inveja do meu rosto se você continuar dando toda essa atenção para as minhas bochechas de cima.
Hades, cujos olhos brilhavam com uma fome predatória, não disse nada. Ele simplesmente se aproximou de Qin por trás enquanto o humano ainda se admirava no espelho. O contraste era magnífico: o deus alto, imponente e sério, e o imperador arrogante, agora reduzido a um ser de puro desejo. Sem qualquer aviso, Hades segurou Qin pelos quadris e empurrou seu membro de vinte e cinco centímetros de volta para dentro do cuzinho já dilatado do chinês.
Qin soltou um grito abafado, as mãos espalmando-se contra a superfície fria do espelho para não cair. Hades começou a estocar com uma violência renovada, e a cada investida, sua mão livre descia com força total contra as nádegas de Qin. O som dos tapas na carne macia misturava-se aos gemidos desesperados do Imperador.
— Você queria atenção aqui, Qin? — rosnou Hades, desferindo outro tapa que deixou a pele da bunda de Qin tão vermelha quanto seu rosto. — Pois eu vou marcar cada centímetro do seu corpo até que você esqueça quem é e lembre-se apenas de quem você pertence.
Qin apenas abria as pernas o máximo que podia, oferecendo-se completamente. Ele se segurava no espelho, vendo sua própria imagem desmoronar em prazer, o rosto distorcido, a boca entreaberta e os olhos revirando. De repente, Hades parou de estocar. Ele permaneceu enterrado profundamente, sentindo o calor interno de Qin pulsar ao redor dele.
Qin, confuso com a interrupção súbita, inclinou o corpo para trás, tentando buscar o contato novamente, sua bunda empurrada contra a virilha do deus.
— Por que parou...? — ele ofegou.
Hades não respondeu com palavras. Ele apenas segurou a cintura de Qin com uma força que certamente deixaria hematomas e desferiu um tapão tão forte na bunda dele que o corpo de Qin saltou para a frente. Antes que o humano pudesse se recuperar, Hades agarrou os cabelos negros de Qin com força e o puxou para trás.
As costas de Qin colidiram contra o peitoral firme e frio de Hades. O Imperador sentiu-se completamente dominado. Hades, mantendo o controle absoluto, envolveu uma das mãos na coxa de Qin e levantou sua perna, forçando-o a se equilibrar em apenas um pé, na ponta dos dedos, enquanto o pau do deus servia como o único eixo que o impedia de cair.
Qin virou o rosto para trás, encontrando o olhar intenso de Hades. Ali, naquela posição precária e humilhante para qualquer outro rei, mas divina para eles, os dois se selaram em um beijo apaixonado. Era um beijo que misturava a nobreza de Hades com a audácia de Qin, um encontro de línguas que buscavam o mesmo fogo que consumia seus corpos.
— Eu... eu não consigo... — Qin sussurrou entre os beijos, sentindo-se vulnerável ao ver tudo refletido no espelho. — Hades, por favor... sem o espelho agora. Eu não aguento me olhar assim...
Hades, embora apreciasse a visão da perdição de seu amante, atendeu ao pedido. Ele o carregou até a cama e o jogou de quatro. Sem cerimônias, o Rei do Submundo voltou a possuí-lo com uma fúria renovada. Qin tentou se arrastar para longe, os dedos enterrando-se no colchão, mas Hades simplesmente segurava sua cintura, trazendo-o de volta para cada estocada profunda e rítmica.
— Você não vai a lugar nenhum — declarou Hades, sua voz sendo a última coisa que Qin ouviu antes de atingir um ápice violento.
Hades gozou dentro dele, uma quantidade absurda de sêmen que inundou o interior do Imperador. Qin desabou na cama, o corpo tremendo em espasmos pós-orgásmicos. Ele ficou ali, empinado, com o rosto enterrado nos travesseiros e um fio de baba escapando de seus lábios, enquanto o excesso de porra escorria de seu cu arrombado e avermelhado.
— Mantenha isso dentro de você — ordenou Hades, observando a obra de arte que havia criado.
Hades esticou o braço e pegou dois dedos, enfiando-os em Qin para garantir que o fluido permanecesse lá. Qin apenas soltou um gemido de aceitação, o corpo mole. Ele se esticou, pegando o dildo de silicone que estava por perto e entregando-o a Hades com um olhar suplicante. O deus sorriu, entendendo o recado, e empurrou o objeto para dentro de Qin, servindo como uma rolha para seu próprio sêmen.
Qin sentou-se na cama, sentindo o peso do dildo e o calor do fluido de Hades dentro de si. Ele começou a quicar devagar, uma expressão de pura satisfação no rosto, enquanto Hades se levantava e ia para o banheiro ligar o chuveiro. Quando o deus voltou e o pegou no colo, Qin abraçou seu pescoço.
— Eu gosto disso... — murmurou Qin, a voz sonolenta. — Gosto da sensação da sua porra dentro de mim, Hades. Faz eu me sentir... cheio de você.
Hades soltou uma risada baixa e deu um tapinha carinhoso na bunda marcada de Qin.
— Você é um pecador insaciável, meu Imperador.
No banho, a cena era de uma ternura sombria. Hades lavava o corpo de Qin com cuidado, mas não conseguia evitar deixar chupões e marcas de dentes por todo o pescoço, ombros e peito do humano. Qin fazia uma cara de tesão tão genuína e profunda que Hades parou por um momento para admirá-lo. Era a primeira vez que via Qin Shi Huang tão entregue, sem as máscaras de sua realeza.
— Essa expressão... — comentou Hades, dando outro tapinha na bunda de Qin. — Se eu soubesse que você ficava assim, teria sido ainda mais bruto.
Qin deu um gemido baixo, a cabeça pendendo para o lado sob a água morna, as pernas subindo para envolver a cintura de Hades mesmo no banho.
Depois de se secarem, eles finalmente se entregaram ao sono, abraçados sob os lençóis de seda.
Na manhã seguinte, Hades foi o primeiro a acordar. Ele observou Qin dormindo, a face agora mais calma, mas ainda com a marca leve do tapa do dia anterior. O deus começou a depositar beijos e chupões lentos, começando pelos pés de Qin, subindo pelas panturrilhas até chegar às coxas. Ali, ele viu que o dildo ainda estava no lugar.
Hades colocou a mão sobre a base do objeto e começou a dar estocadas lentas e profundas com o brinquedo. Qin acordou com o estímulo, soltando um suspiro longo e apertando as pernas por instinto.
— Bom dia, meu Rei — disse Hades, abrindo as pernas de Qin e inclinando-se para lhe dar um beijo suave enquanto continuava a mover o dildo.
Qin piscou os olhos devagar, com uma carinha de sonho, extremamente fofa e relaxada, algo que contrastava totalmente com sua personalidade habitual.
— Bom dia... — Qin murmurou, a voz rouca de sono. — Você não para nunca?
— Nunca é uma palavra muito curta para nós, Qin.
Hades levantou-se para preparar o café, mas não deixou Qin para trás. Ele carregou o Imperador até a cozinha e o sentou no balcão de mármore. Qin, ainda meio grogue, começou a mexer no dildo por conta própria, empurrando-o para dentro e para fora enquanto observava Hades cozinhar.
Hades, entre um movimento e outro com as panelas, aproximava-se e dava algumas estocadas fortes com o dildo em Qin, fazendo o chinês gemer alto na cozinha silenciosa. Qin mantinha aquela carinha fofa, mas com um brilho safado nos olhos, aproveitando cada segundo daquela manhã doméstica e luxuriosa em Helheim.
— Você vai acabar estragando o café se continuar fazendo isso — provocou Qin, arqueando as costas enquanto o dildo atingia seu ponto doce.
— O café pode esperar — respondeu Hades, puxando Qin para mais perto da borda do balcão. — O meu Imperador, no entanto, sempre terá prioridade.
E ali, entre o aroma do café e o calor da manhã eterna do submundo, a celebração continuava, provando que, para aqueles dois reis, o prazer era o único império que realmente importava governar.