hot jikook
O Rubi do Pecado
O sol da tarde batia contra as janelas de vidro do escritório da Jeon Enterprises, mas Jungkook não conseguia se concentrar em nenhum dos relatórios de logística à sua frente. Ele estava inquieto. O terno sob medida parecia subitamente apertado demais, e a gravata o sufocava. Ele afrouxou o nó de seda preta, suspirando pesadamente enquanto passava a mão pelo cabelo escuro, agora mais longo, caindo sobre os olhos.
Foi então que o celular sobre a mesa de carvalho vibrou. Uma notificação do KakaoTalk.
Jungkook desbloqueou a tela, esperando alguma mensagem de trabalho ou talvez um lembrete de Namjoon. Em vez disso, o que viu fez o sangue fugir de seu rosto e se concentrar instantaneamente em seu baixo ventre.
Era uma foto. Uma foto de Jimin.
O loiro estava deitado de bruços na cama deles, a pele branca como porcelana contrastando violentamente com uma lingerie de renda vermelha — a cor favorita de Jungkook. A peça era mínima, consistindo apenas em tiras finas que se perdiam nas curvas generosas de Jimin. Mas o que realmente fez a respiração de Jungkook parar foi o que estava entre as nádegas fartas e empinadas do menor: um plug anal de cristal vermelho, grande e brilhante, que refletia a luz do quarto de forma obscena.
A legenda dizia apenas: "Está ficando frio aqui dentro, Kookie... e tão, tão cheio. Você vem me ajudar a esvaziar?".
— Filho da puta... — Jungkook rosnou para o escritório vazio, a voz carregada de uma luxúria perigosa.
Ele não pensou duas vezes. Pegou as chaves do carro, ignorou a pilha de documentos e saiu da sala a passos largos. Sua secretária tentou chamá-lo para uma reunião de última hora, mas ele apenas levantou a mão, sem sequer olhar para trás.
— Cancele tudo. Tenho uma emergência em casa.
O trajeto que normalmente levava trinta minutos foi feito em quinze. Jungkook dirigia como um louco, a imagem daquele plug vermelho e da bunda de Jimin queimando em sua mente como um ferro em brasa. Quando ele finalmente destrancou a porta do apartamento, o silêncio era absoluto, exceto pelo som de uma música de jazz baixa vindo do quarto.
Ele chutou os sapatos para longe e desfez a gravata completamente, jogando-a no chão do corredor enquanto caminhava. O paletó foi o próximo a cair. Quando abriu a porta do quarto, encontrou a cena exatamente como na foto, mas mil vezes mais tentadora ao vivo.
Jimin estava de joelhos no centro da cama, de costas para a porta. O plug de cristal estava enterrado profundamente nele, a base larga pressionando a entrada que Jungkook tanto amava. As coxas grossas de Jimin estavam abertas, e ele olhou por cima do ombro, um sorriso de puro deboche e luxúria iluminando seu rosto.
— Você chegou rápido, meu amor — disse Jimin, a voz melíflua, enquanto passava a língua pelos lábios inchados. — O trabalho estava tão chato assim?
Jungkook não respondeu de imediato. Ele apenas ficou parado na porta, terminando de abrir os botões da camisa social, revelando as tatuagens que subiam pelo peito e clavículas. Seus olhos estavam escuros, quase negros de desejo.
— Você não tem noção do perigo, não é, Jimin? — Jungkook finalmente falou, a voz saindo em um tom baixo e vibrante que fez Jimin estremecer. — Você manda uma porra daquelas enquanto eu estou em uma reunião de diretoria e espera que eu seja gentil quando chegar?
— Quem disse que eu quero que você seja gentil? — Jimin provocou, rebolando levemente, o que fez o cristal vermelho brilhar entre suas nádegas. — Eu quero que você me castigue por ser um garoto tão malvado.
Jungkook atravessou o quarto em dois passos largos e subiu na cama, agarrando Jimin pelos cabelos loiros e puxando sua cabeça para trás com força.
— Você quer castigo? — Jungkook sibilou contra o ouvido dele, sentindo o cheiro doce do perfume de Jimin misturado ao aroma natural de sua pele. — Eu vou te foder tanto que você vai esquecer como se usa essa lingerie por um mês.
— Então prova, porra — desafiou Jimin, arqueando as costas e empurrando a bunda contra a virilha de Jungkook, sentindo a ereção monstruosa do maior através da calça social.
Jungkook não esperou mais. Ele agarrou a base do plug anal e, com um movimento firme e lento, começou a retirá-lo. Jimin soltou um gemido longo e agudo, as unhas cravando no edredom enquanto sentia o cristal largo esticar suas paredes internas antes de sair com um som úmido e estalado.
— Olha o tamanho dessa coisa... — Jungkook murmurou, jogando o brinquedo de lado e observando a entrada de Jimin, que pulsava aberta e vermelha, implorando por algo mais real. — Você se preparou bem pra mim, não foi?
— Eu queria estar pronto para receber tudo o que você tem — Jimin ofegou, virando-se para ficar de frente para Jungkook, mas o moreno o impediu, mantendo-o de quatro.
Jungkook abriu o cinto e baixou a calça, libertando seu membro que latejava desesperadamente. Ele não usou preservativo, não usou lubrificante extra além do que já estava em Jimin. Ele apenas segurou o quadril do loiro com as mãos grandes, as tatuagens se destacando contra a pele pálida de Jimin, e se posicionou.
— Aguenta, Jimin. Porque eu não vou parar — avisou Jungkook antes de dar a primeira estocada.
Ele entrou de uma vez, um impulso bruto que fez Jimin perder o ar por um segundo antes de soltar um grito que ecoou pelo apartamento.
— Caralho! Jungkook! — Jimin gritou, o corpo tremendo sob o impacto. — Puta que pariu, você é muito grande!
— Cala a boca e recebe! — Jungkook rosnou, começando um ritmo frenético e impiedoso.
A cada estocada, o corpo de Jimin era jogado para frente, e ele precisava apoiar os cotovelos na cama para não cair. O som da foda era alto — o impacto seco da pelve de Jungkook contra a bunda farta de Jimin, o som úmido da penetração profunda e os palavrões que Jungkook cuspia entre dentes.
— Você gosta disso, não gosta? — Jungkook perguntou, dando um tapa forte na nádega de Jimin, deixando a marca de sua mão sobre a renda vermelha. — Gosta de ser usado como a puta safada que você é?
— Eu amo... ah, Deus... me fode com força, Jungkook! Mais! — Jimin pedia, a voz falhando, o prazer sendo tão intenso que beirava a dor.
Jungkook mudou o ângulo, segurando Jimin pela cintura e levantando o corpo dele para que ficassem em uma posição mais vertical. Ele enterrava o pau com uma força que parecia querer alcançar o estômago de Jimin. A cada movimento, as coxas grossas de Jimin tremiam, e ele sentia que ia desmanchar a qualquer momento.
— Você mandou aquela foto pra me provocar... — Jungkook disse, a respiração curta, enquanto mordia o ombro de Jimin, deixando marcas de dentes. — Agora você vai aguentar cada gota do meu tesão acumulado. Eu vou encher esse seu rabo de porra até transbordar.
— Sim! Faz isso! — Jimin gritava, a mão descendo para punhetar o próprio membro, que estava gotejando de desejo. — Me marca, Jungkook! Me deixa todo arrombado!
O ritmo se tornou insano. Jungkook não tinha mais controle; ele era apenas um animal movido pelo instinto de possuir o homem à sua frente. Ele via o suor escorrendo pelas costas de Jimin, via a forma como a lingerie vermelha estava agora amarrotada e rasgada em alguns pontos, e isso só o excitava mais.
— Eu vou gozar! — Jimin avisou, a voz subindo uma oitava enquanto sentia as contrações tomarem conta de seu corpo.
— Espera por mim, porra! — Jungkook ordenou, acelerando ainda mais, suas estocadas agora curtas, rápidas e violentas, focadas inteiramente no ponto de prazer de Jimin.
Jimin não conseguiu esperar. Com um grito gutural, ele gozou sobre a cama, o sêmen espirrando no edredom enquanto seu corpo entrava em convulsão pelo orgasmo avassalador. Segundos depois, Jungkook soltou um rosnado profundo, segurando Jimin com tanta força que seus dedos deixariam hematomas, e descarregou dentro dele.
Foi um jato quente, volumoso e interminável. Jungkook sentia cada pulsação de seu próprio corpo enquanto preenchia Jimin completamente, o calor se espalhando pelas entranhas do loiro. Ele deu mais duas estocadas finais, apenas para garantir que cada gota fosse entregue, e então desabou sobre as costas de Jimin, ambos ofegantes e exaustos.
O silêncio voltou ao quarto, quebrado apenas pelas respirações descompassadas. Jungkook retirou-se lentamente, e ambos observaram o sêmen começar a escorrer da entrada de Jimin, misturando-se à lubrificação e manchando a renda vermelha que ainda restava.
— Você... você quase me matou — Jimin murmurou, a voz rouca, virando-se de lado com dificuldade.
Jungkook deu um sorriso de lado, um brilho vitorioso nos olhos enquanto se limpava com um lenço descartável que pegou na mesa de cabeceira.
— Você pediu por isso, loirinho. Da próxima vez que pensar em mandar uma foto dessas, lembre-se de que eu não aceito provocações pela metade.
Jimin riu, embora o som tenha saído mais como um suspiro dolorido. Ele se arrastou para perto de Jungkook, deitando a cabeça no peito tatuado do maior, sentindo o coração dele ainda martelar contra as costelas.
— Eu sei que você não aceita — disse Jimin, fechando os olhos e sentindo o braço forte de Jungkook o envolver. — É por isso que eu mando.
Jungkook beijou o topo da cabeça loira, sua mão descendo para apertar a bunda de Jimin uma última vez, sentindo a maciez da carne que ele acabara de castigar.
— Você é um capeta, Jimin. Mas é o meu capeta. Agora dorme, porque se eu acordar com pau duro de novo, o round três vai ser no chuveiro.
— Mal posso esperar — sussurrou Jimin, antes de finalmente se entregar ao cansaço, envolto pelo cheiro de Jungkook e pelo rastro do pecado que haviam acabado de cometer.