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Kozume Kenma e Sn

Nível de Dificuldade: Flexibilidade Extrema

O sol da tarde filtrava-se pelas persianas do quarto de Kenma, criando um padrão de listras douradas sobre o tapete de ioga estendido no centro do piso amadeirado. O silêncio era absoluto, exceto pela respiração pausada e profunda de Sn. Kenma estava sentado em sua cadeira gamer, o headset pendurado no pescoço, mas seus olhos não estavam em nenhum dos três monitores. Eles estavam fixos na figura à sua frente.

Sn estava em meio à sua rotina diária de pilates e ioga. Sua herança brasileira transparecia na definição muscular de suas pernas e na curvatura acentuada de seu quadril, resultados de anos de disciplina física. Ela estava em uma posição de "cachorro olhando para baixo", os calcanhares pressionados contra o tapete, o bumbum torneado empinado para o teto. O micro short de lycra parecia lutar para cobrir suas curvas, enquanto o top esportivo sustentava seus seios pequenos com firmeza.

Kenma sentiu um aperto familiar no baixo ventre. Ele observava a maneira como os músculos das costas dela se moviam sob a pele morena, a flexibilidade absurda que permitia que ela dobrasse o corpo como se não tivesse ossos. Para um estrategista como ele, ver aquela exibição de controle corporal era hipnotizante.

— Você está me olhando de novo, Kozume — disse Sn, a voz abafada por estar de cabeça para baixo, mas com um tom claramente provisório.

— É difícil ignorar um gráfico de desempenho tão alto — ele respondeu, a voz rastejando com uma rouquidão que ele não tentou esconder.

Sn mudou de posição com uma fluidez invejável, passando para uma abertura de pernas completa no chão. Ela inclinou o tronco para frente, encostando o peito no tapete, enquanto olhava para ele com um sorriso desafiador. A visão das pernas dela abertas daquela forma, exibindo a flexibilidade que o pilates lhe proporcionara, foi o golpe final na pouca sanidade que restava a Kenma.

Ele se levantou da cadeira com uma calma deliberada. Não havia pressa em seus movimentos, apenas uma intenção predatória. Ele caminhou até o armário, pegou algo que Sn não conseguiu identificar de imediato e aproximou-se do tapete.

— A sessão de treino acabou — decretou ele, parando acima dela. — Agora vamos testar a sua resistência em um cenário diferente.

Antes que Sn pudesse processar, Kenma agiu. Com uma rapidez que contradizia sua aparência preguiçosa, ele a puxou para cima. Em poucos movimentos coordenados, ele usou uma corda de nylon macia que mantinha guardada para "emergências" e prendeu os pulsos dela atrás das costas.

— Kenma! — ela exclamou, metade surpresa, metade excitada.

— Shh... — ele murmurou, ajoelhando-se atrás dela. — Você se orgulha tanto da sua flexibilidade, não é? Vamos ver como você se sai quando eu assumo o controle das suas articulações.

Ele a empurrou delicadamente para que ela ficasse sentada sobre os calcanhares, com o peito estufado devido à posição dos braços amarrados. Kenma deslizou as mãos pelos ombros dela, descendo até as alças do top esportivo. Com um movimento firme, ele puxou o tecido para baixo, prendendo-o abaixo dos seios. A pressão do elástico realçou ainda mais o volume pequeno e firme, os mamilos já reagindo ao ar frio e ao olhar intenso dele.

— Olhe para você — ele disse, a voz baixa no ouvido dela. — Tão definida, tão elástica... e agora, tão presa.

Ele não parou por aí. Com as mãos grandes, ele segurou a barra do micro short dela e o removeu com uma facilidade humilhante, jogando a peça de roupa para longe, onde pousou sobre o teclado mecânico. Sn estava agora nua da cintura para baixo, com as pernas abertas sobre o próprio tapete de exercícios, sentindo o olhar de Kenma mapear cada centímetro de sua intimidade exposta.

— Você está tremendo, Sn — ele observou, passando a ponta dos dedos pela parte interna das coxas dela. — O pilates não ensinou você a controlar os espasmos musculares sob pressão?

— Você sabe que... com você é diferente — ela ofegou, tentando se mexer, mas a amarração nos pulsos a impedia de encontrar equilíbrio.

Kenma se posicionou à frente dela, dominando o espaço. Ele levou a mão ao rosto dela, não para um carinho, mas para dar batidinhas leves e rítmicas em sua bochecha. O som estalado era pequeno, mas carregado de uma conotação degradante que fez o sangue de Sn ferver de desejo.

— Você é como um personagem que atingiu o nível máximo de agilidade, mas esqueceu de investir em defesa — ele provocou, o olhar frio e focado. — Agora você é apenas um recurso para eu usar como quiser.

Ele deslizou dois dedos para dentro da boca dela, forçando-a a abrir.

— Chupe — ordenou ele. — Quero que você sinta o gosto do que está por vir.

Sn obedeceu, envolvendo os dedos longos dele com a língua, fechando os olhos enquanto se perdia no domínio dele. Kenma observava a cena com uma satisfação silenciosa, usando a outra mão para apertar um de seus seios,