Kozume Kenma e Sn
Nível de Dificuldade: Modo Cooperativo
O quarto de Kenma era um santuário de tecnologia e penumbra, iluminado apenas pelo brilho neon azul-ciano e magenta que emanava das torres de resfriamento e das fitas de LED estrategicamente coladas atrás dos monitores. O som mecânico dos cliques de seu teclado era a única música ambiente, um ritmo constante que Sn aprendera a amar. Para ela, não importava se ele estava explicando a economia interna de um MMORPG ou a árvore de habilidades de um novo lançamento; a voz de Kenma, baixa, monocórdica e carregada de um conhecimento nerd vasto, era o seu som favorito no mundo.
Ela abriu a porta sem bater, sabendo que era bem-vinda naquele espaço que, aos poucos, deixava de ser apenas dele para se tornar deles. O tapete de ioga ainda estava no canto, mas agora havia também seus hidratantes na mesa e um par de pantufas felpudas perto da cama. Sn entrou usando apenas um mini baby doll de seda preta, curto o suficiente para que a renda da barra roçasse a parte superior de suas coxas brasileiras e torneadas. O perfume de baunilha e coco que ela exalava cortou instantaneamente o cheiro de eletrônicos e café gelado.
Kenma não desviou o olhar do monitor de imediato, mas seus ombros relaxaram. Ele estava no meio de uma análise de patch notes, com várias janelas de códigos e estatísticas abertas.
— O que você está fazendo, Kenma? — perguntou ela, aproximando-se da cadeira gamer com passos silenciosos, a voz doce e carregada de uma curiosidade que ele sabia ser o início de um jogo muito específico.
— Analisando o balanceamento do novo patch de *Elden Ring* — ele respondeu, finalmente girando a cadeira. Seus olhos caídos e dourados percorreram o corpo dela, detendo-se nas pernas e no modo como o tecido fino marcava seus seios pequenos. — Eles nerfaram a build de destreza, o que é irritante, mas compensaram com um buff nas magias de curto alcance.
Ele abriu as pernas, dando a ela o convite silencioso que ela esperava. Kenma conhecia perfeitamente a estratégia de Sn: ela adorava ouvi-lo falar sobre coisas que ela não entendia, usando a inteligência dele como um afrodisíaco.
— Continue me contando — ela murmurou, agachando-se entre os joelhos dele. — Eu quero saber tudo sobre essas... magias.
Sn posicionou-se de joelhos sobre o tapete, mantendo o contato visual enquanto as mãos pequenas deslizavam pela bermuda de moletom dele. Kenma soltou um suspiro longo, mas não parou de falar. Ele sabia que, se parasse, ela também pararia.
— A lógica por trás disso é forçar o jogador a se aproximar do boss — continuou ele, a voz ficando um pouco mais densa enquanto sentia as mãos dela puxarem o elástico de sua bermuda para baixo, libertando seu membro já semiereto. — Antes, você podia manter uma distância segura, mas agora o multiplicador de dano crítico só ativa se você estiver no raio de colisão direta.
Sn o envolveu com a mão, sentindo o calor e a pulsação dele. Ela olhou para cima, vendo a expressão neutra de Kenma lutar contra o prazer que começava a nublar seus olhos. Ela inclinou a cabeça e, com uma lentidão torturante, passou a língua pela extensão dele antes de abocanhá-lo por completo.
Kenma travou por um segundo, as mãos agarrando os braços da cadeira com força.
— O... o sistema de *frames* também mudou — ele tentou continuar, a voz falhando levemente quando sentiu a sucção firme e rítmica de Sn. — Se você não cronometrar o ataque perfeitamente, a animação de recuperação deixa você vulnerável por dois segundos inteiros. É uma janela de erro muito pequena para um jogo competit-tivo...
Sn parou. Ela retirou a boca lentamente, deixando um rastro de saliva brilhar sob a luz neon, e olhou para ele com um beirinho dengoso, as bochechas coradas e os lábios úmidos.
— Por que parou, Kenma? — ela perguntou com uma voz adocicada. — Continue falando. Eu acho tão sexy quando você explica essas coisas difíceis.
Kenma soltou uma risada rouca, uma mistura de incredulidade e luxúria. Ele levou a mão à nuca dela, os dedos se perdendo nos cachos morenos, empurrando-a gentilmente de volta para o seu centro.
— Você é manipuladora, sabia? — ele murmurou. — Tudo bem. Se você quer dados, eu te dou dados. A escala de inteligência para armas de cristal foi aumentada em 15%, o que significa que personagens focados em magia agora podem causar danos massivos sem precisar de tanta mana...
Sn voltou a chupá-lo com um entusiasmo renovado, como se estivesse faminta. Ela usava a língua para contornar a glande enquanto suas mãos massageavam a base, criando uma sinfonia de sensações que faziam Kenma perder o fio da meada a cada poucos segundos. Ele falava sobre códigos, sobre latência de servidor e sobre táticas de combate, mas sua mente estava focada inteiramente na boca quente que o devorava.
— Sn... eu vou... — ele começou, a voz perdendo a autoridade nerd e tornando-se puramente instintiva.
Ele não conseguiu terminar a frase sobre a taxa de atualização dos monitores. O prazer atingiu o ápice e ele se desfez na boca dela, o corpo arqueando na cadeira gamer. Sn não recuou; ela engoliu tudo, mantendo o olhar fixo no dele até que o último espasmo cessasse. Ela limpou o canto da boca com o polegar, sorrindo vitoriosa.
— Viu? — ela disse, a voz rouca. — Suas explicações são realmente muito produtivas.
Kenma não deu tempo para ela se levantar por conta própria. Ele a puxou para cima com uma força súbita, sentando-a em seu colo. Seus olhos estavam escuros, a preguiça habitual substituída por uma fome voraz. Sem dizer uma palavra, ele puxou a parte de cima do baby doll dela, expondo seus seios pequenos. Ele os abocanhou com uma urgência que fez Sn soltar um gemido alto, a cabeça caindo para trás.
— Kenma... meu Deus... — ela murmurou, esfregando-se contra o volume dele que já começava a despertar novamente. — Você é tão bom... o meu homem é o melhor...
Ela começou a falar coisas sem nexo, uma mistura de elogios à inteligência dele e descrições do prazer que ele a proporcionava. Sn tornara-se uma máquina irracional de desejo, seus dedos cravando-se nos ombros magros e firmes de Kenma.
— Eu adoro como você manda em tudo — ela dizia, os gemidos tornando-se mais frequentes enquanto ele mordiscava seus mamilos. — Adoro como você me olha... como se eu fosse o seu jogo favorito.
Kenma a virou rapidamente, posicionando-a de costas para ele na cadeira, com as mãos apoiadas na mesa gamer, entre o teclado e o mouse. Ele a penetrou por trás em um único movimento fluido, preenchendo-a completamente. Sn soltou um grito agudo que ecoou pelo quarto abafado.
— Cavalga para mim, Sn — ele ordenou, a voz agora desprovida de qualquer tom nerd, sendo substituída por uma dominância fria.
Ela começou a se mover, o ritmo intenso fazendo com que o setup de Kenma tremesse levemente. Ele não foi gentil. Enquanto ela subia e descia, ele desferia tapas estalados em seu bumbum torneado, a pele morena ficando marcada pelo vermelho da palma de sua mão.
— Isso... geme meu nome, sua vadiazinha — ele sussurrou, a mão subindo para apertar o pescoço dela com a pressão exata para deixá-la ainda mais sensível.
— Sim... eu sou sua... sua putinha, Kenma! — ela gritou, a mente nublada. Esses eram termos que ele só usava no ápice da intimidade, e ouvi-los da boca dele a levava ao delírio.
O prazer de Sn subiu como uma maré incontrolável. Ela sentiu os músculos internos se contraírem e, com um grito final, ela esguichou sobre as coxas dele e sobre a cadeira, o líquido quente molhando tudo ao redor. Mas Kenma não parou. Ele continuou as estocadas profundas, ignorando a exaustão física, focado apenas em sua própria conclusão.
— Não para... Kenma, não para... — ela implorava, as lágrimas de prazer começando a lacrimejar em seus olhos.
Ele atingiu o próprio ápice segundos depois, gozando profundamente dentro dela, sentindo cada pulsação do útero de Sn contra ele. Ele a segurou firme, esperando que os tremores passassem, o rosto enterrado na curva do pescoço dela, respirando o cheiro de suor, baunilha e sexo.
Lentamente, ele desacelerou os movimentos, tornando-os carinhosos. Ele beijou o ombro dela, a voz voltando a ser doce, quase melancólica.
— Você foi perfeita, Sn — ele sussurrou, os dedos traçando as marcas de seus tapas. — De todas as estratégias que eu já montei, você é a única que eu nunca quero terminar de jogar.
Sn se virou nos braços dele, exausta, sentindo a região íntima ardida e superestimulada, mas com um sorriso de satisfação plena. Ela se aninhou no peito de Kenma, fechando os olhos enquanto ele voltava a acariciar seus cachos.
— Então acho que precisamos salvar o progresso — ela brincou, a voz sumindo.
— O progresso está salvo — ele respondeu, fechando os olhos também. — E amanhã nós começamos o próximo nível.