Mãe por 15 dias
O Despertar da Dependência
Acordei com a claridade filtrada pelas cortinas, mas não foi o sol que me despertou totalmente. Foi a sensação de um peso morno e úmido entre minhas pernas. Tentei me espreguiçar, mas o volume da fralda, agora encharcada de xixi após uma noite inteira de sono, restringia meus movimentos. O plástico estalou alto no silêncio do quarto, e o cheiro de talco misturado à umidade ácida subiu até meu nariz.
Antes que eu pudesse processar a vergonha matinal, senti mãos firmes desabotoando a parte de baixo do meu body rosa.
— Bom dia, meu bebê — a voz da Giovana soou doce, mas carregada daquela autoridade inabalável que ela assumira. — Vamos ver como passamos a noite?
Eu me encolhi, tentando fechar as pernas, mas ela as afastou com facilidade, enfiando a mão por dentro do elástico da fralda para checar a umidade.
— Uau, alguém fez muito xixi para a mamãe, não foi? — Ela sorriu, olhando para mim enquanto eu desviava o rosto para o travesseiro. — Mas a fraldinha está leve... parece que alguém não fez cocozinho durante a noite.
— Giovana, por favor... me deixa ir ao banheiro — murmurei, a voz ainda rouca de sono.
— O que a mamãe disse sobre o nome? — Ela me olhou seriamente, esperando.
— Mamãe... — corrigi, sentindo meu rosto arder. — Eu preciso ir ao banheiro de verdade.
— Não, você não precisa. A mamãe vai ajudar esse cocozinho a sair agora, para você começar o dia levinha.
Sem me dar tempo de protestar, ela começou a pressionar minha barriga. Suas mãos faziam movimentos circulares, firmes e ritmados, descendo do estômago para o baixo ventre. A sensação era estranhamente eficiente; eu podia sentir meus intestinos reagindo ao estímulo.
— Para com isso, Gio... mamãe! Isso é ridículo — eu disse, tentando afastar as mãos dela. — Eu não estou com vontade nenhuma. Eu sou uma adulta, eu sei quando meu corpo precisa ir.
Giovana parou por um segundo, inclinando-se sobre mim. O olhar dela era penetrante.
— Adultos não sujam fraldas, Nathally. Adultos não dormem em berços e, certamente, adultos não mamam no peito da mamãe para dormir. Você abriu mão de ser adulta quando a roleta parou no meu nome e você aceitou o desafio. Agora, você é só o meu bebê.
Ela voltou à massagem, aplicando um pouco mais de pressão. O borbulhar interno ficou mais intenso.
— Relaxa para a mamãe, Nathally. Deixa sair.
Eu tentei lutar contra a sensação, contraindo os músculos, mas o estímulo era constante. De repente, uma cólica aguda me atravessou. Minha resistência quebrou.
— Oh... — soltei um arquejo.
*Pum. Pum-pum.*
Os gases começaram a escapar, fazendo o plástico da fralda vibrar contra a minha pele. A vergonha era paralisante, mas o alívio físico era inegável. Logo em seguida, senti o peso quente e pastoso preencher rapidamente o espaço restante na fralda. Eu não conseguia parar. Era um fluxo contínuo que subia pelas minhas costas, me sujando completamente.
— Isso, boa menina! — Giovana elogiou, continuando a massagem até ter certeza de que eu tinha terminado. — Viu como a mamãe sabe o que é melhor para você?
Eu cobri os olhos com o braço, soluçando de pura humilhação enquanto sentia a massa quente se acomodar contra meu corpo. Giovana não perdeu tempo. Ela me pegou no colo, ignorando o cheiro forte, e me levou para o trocador.
— Nossa, mas que sujeira! — ela exclamou ao abrir a fralda. — Você realmente guardou tudo para a mamãe limpar, não foi?
Eu estava terrivelmente suja. O cocô tinha se espalhado por toda parte devido à pressão da fralda justa. Com uma paciência meticulosa, ela usou quase um pacote inteiro de lenços umedecidos, limpando cada centímetro da minha pele, abrindo minhas pernas com autoridade e garantindo que nada restasse.
Depois de me deixar minimamente apresentável, ela terminou de tirar meu body, deixando-me completamente nua.
— Agora, a mamãe vai tomar um banho junto com você para começarmos o dia bem — ela anunciou.
Ela me pegou no colo novamente. Eu me sentia pequena e exposta, com a pele ainda úmida da limpeza. No banheiro, Giovana se despiu com uma naturalidade que me assustava. Ela estava linda, mas a aura de "mãe" que ela emanava tornava qualquer pensamento comum impossível.
Ela me colocou sentada dentro de uma banheira de plástico azul que estava dentro do box do chuveiro, enquanto ela mesma ficava em pé sob a água morna, lavando o próprio cabelo.
— Fique aí brincando um pouquinho enquanto a mamãe se lava — disse ela.
Eu olhava para a água caindo, mas meus olhos teimavam em subir. Eu estava com fome. Uma fome instintiva, física, que parecia ter sido programada no meu cérebro desde o dia anterior. Meus olhos fixaram-se nos seios da Giovana, que balançavam levemente enquanto ela se ensaboava.
Ela percebeu meu olhar fixo.
— Oh, a minha bebê está com fome? — Ela desligou o chuveiro por um momento e sorriu. — A mamãe esqueceu de dar o mama de manhã, não foi? Que cabeça a minha.
Sem hesitar, ela se abaixou e me colheu da banheira. A sensação da pele nua dela contra a minha era eletrizante e, ao mesmo tempo, profundamente perturbadora. Ela se sentou no chão do box, encostada na parede, e me acomodou em seu colo.
Minha vagina pressionava contra a barriga dela, e eu sentia o calor do corpo dela em cada poro do meu. A vergonha tentou emergir, mas a fome falou mais alto. Quando ela aproximou o seio da minha boca, eu o abocanhei no mesmo instante.
O leite morno e doce jorrou, preenchendo minha boca. Mamei com desespero, sentindo a mão dela afagar meu bumbum com tapinhas leves e rítmicos, ninando-me enquanto eu me alimentava.
— Calma, devagar... a mamãe tem bastante para você — ela sussurrava.
Ficamos assim por vários minutos. O único som era o da minha sucção e o das mãos dela batendo suavemente na minha pele nua. Giovana então ligou o chuveiro novamente, deixando a água cair sobre nós duas enquanto eu continuava mamando.
Com uma mão, ela segurava o sabonete líquido e começou a lavar meu corpo ali mesmo, no colo. Ela passava a esponja pelos meus braços, costas e depois descia para a minha intimidade, lavando minha vagina e meu ânus com uma precisão cirúrgica, tudo isso enquanto eu permanecia acoplada ao seu peito, perdida na sensação de ser cuidada.
Quando o banho terminou, ela me enrolou em uma toalha felpuda, ainda sem me soltar do peito, e me carregou de volta para o quarto. Ela me sentou no berço por um momento apenas para vestir um robe, e logo me colocou de volta no trocador.
— Agora, vamos garantir que você fique bem protegida — ela disse, pegando uma fralda nova.
Eu achei que o ritual seria o mesmo, mas ela pegou um objeto pequeno e rígido da cômoda. Um termômetro retal.
— Não, Gio! Isso não! — tentei protestar, mas ela já tinha levantado minhas pernas com uma mão firme.
— Shhh... é só para ver se você não está com febre depois de tanto cocô — ela disse, a voz fria e decidida.
Sem aviso, senti a ponta gelada do termômetro ser introduzida no meu ânus.
— AAAAAAH! — Eu dei um berro de susto e desconforto, tentando me contorcer, mas ela me manteve presa.
— Fique quieta, Nathally! Ou vai se machucar.
Enquanto esperávamos o termômetro apitar, ela pegou outro supositório de glicerina.
— Para garantir o dia — murmurou.
Ela o empurrou para dentro logo após retirar o termômetro, ignorando meus choramingos. Depois, espalhou uma camada generosa de pomada e talco, cobrindo tudo com a fralda e fechando as fitas com um puxão firme que me fez sentir o plástico apertar minha cintura.
— Pronto — ela sorriu, dando um beijo estalado na minha bochecha. — Agora você é a bebê mais bem cuidada do Rio de Janeiro. Vamos brincar?