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Sexo sexo

O Banquete de Três Dias

O silêncio que se abateu sobre o dormitório do Stray Kids após a partida dos outros membros para o feriado de curta duração era quase palpável. Lee Know, Hyunjin, Felix, Han e I.N haviam viajado para visitar suas famílias, mas Bang Chan, Changbin e Seungmin decidiram ficar, sob a desculpa de "finalizar produções pendentes". Era uma mentira conveniente. A verdade é que, desde a noite em que Changbin se juntara a eles, a dinâmica entre o trio havia se tornado um vício que nenhum deles conseguia, ou queria, abandonar.

Assim que a porta principal se fechou e o som da van se distanciou na rua, a atmosfera no apartamento mudou. Não havia mais necessidade de sussurros, de portas trancadas às pressas ou de esconder marcas no pescoço. Bang Chan, em pé no centro da sala, olhou para Seungmin, que estava jogado no sofá, ainda usando um moletom largo.

— Tire isso — ordenou Chan, a voz carregada de uma autoridade que fez o estômago de Seungmin dar voltas. — Pelos próximos três dias, eu não quero ver um único fio de tecido tocando a sua pele, a menos que sejamos nós a colocá-lo.

Seungmin não hesitou. Ele se levantou, os olhos brilhando com aquela mistura de submissão e desafio que tanto excitava os mais velhos. Ele puxou o moletom pela cabeça e deixou a calça cair, ficando completamente nu no meio da sala iluminada pela luz da tarde. Ele se sentia exposto, mas a forma como os olhos de Changbin e Chan o devoravam o fazia se sentir o centro do universo.

— Um boneco perfeito — comentou Changbin, aproximando-se para circular a cintura de Seungmin com os braços fortes. — Você sabe o que isso significa, não sabe, Minnie? Você não é mais um membro do grupo por esses dias. Você é o nosso brinquedo. Você não come, não dorme e não se move sem a nossa permissão.

— Sim, Hyung — sussurrou Seungmin, inclinando a cabeça para facilitar o acesso de Changbin ao seu pescoço.

— "Sim, mestres" — corrigiu Chan, aproximando-se por trás e apertando as coxas de Seungmin. — Se vamos fazer isso, faremos do meu jeito.

— Sim, mestres — repetiu o mais novo, a voz trêmula.

A primeira tarde foi uma lição de resistência. Chan e Changbin o levaram para o quarto principal, que havia sido preparado com tudo o que precisavam. Seungmin foi colocado de quatro no centro da cama king-size, uma posição que ele teria que manter por horas enquanto os dois mais velhos bebiam vinho e discutiam batidas de música ao seu redor, usando suas costas como apoio para os notebooks ou como mesa para os copos.

Sempre que Seungmin tentava relaxar os músculos ou soltava um suspiro de cansaço, sentia um tapa firme nas nádegas ou um puxão de cabelo que o lembrava de sua função. Ele era um objeto. Um objeto bonito, quente e pronto para ser usado.

— Acho que o baixo nessa parte precisa de mais pressão — disse Changbin, deslizando a mão livre pela fenda das nádegas de Seungmin, testando a umidade que já começava a brotar ali. — O que você acha, Chan?

— Acho que tudo aqui precisa de mais pressão — Chan respondeu, fechando o laptop e se posicionando entre as pernas abertas de Seungmin. — Ele está pronto.

O que se seguiu foi uma maratona de luxúria que desintegrou qualquer noção de tempo. Seungmin foi usado de todas as formas imagináveis. Chan e Changbin se revezavam, às vezes um de cada vez, apreciando a reação do corpo de Seungmin a estilos diferentes de prazer; outras vezes, eles o tomavam juntos, levando-o ao limite da consciência.

No segundo dia, Seungmin mal conseguia ficar de pé. Suas coxas estavam marcadas por dedos, e sua pele tinha o brilho constante de suor e outros fluidos. Ele havia se tornado, de fato, uma poça de submissão. Ele passava a maior parte do tempo no chão, aos pés de quem quer que estivesse sentado, ou sendo carregado de um cômodo para outro como um boneco inanimado.

— Você está com fome, bonequinho? — perguntou Chan na manhã do segundo dia, enquanto Seungmin estava ajoelhado ao lado da mesa da cozinha, observando-os tomar café.

Seungmin apenas assentiu, os olhos baixos.

— Então peça — provocou Changbin, saboreando um pedaço de fruta.

— Por favor... mestres... alimentem seu brinquedo — Seungmin murmurou, a língua passando pelos lábios secos.

Chan sorriu e pegou um morango, mergulhando-o em chantilly. Mas, em vez de entregá-lo na boca de Seungmin, ele o pressionou contra o próprio corpo, deixando o doce escorrer por seu abdômen definido.

— Se quiser comer, venha buscar — desafiou o líder.

Seungmin rastejou até Chan, usando apenas a boca para limpar o mestre, sentindo o gosto do doce misturado à pele salgada de Chan. Era humilhante, era intenso, e era exatamente o que ele amava. Ele se sentia seguro naquela posse total. Não havia decisões a tomar, não havia pressões da indústria ou do público. Ali, ele era apenas de Chan e Changbin.

A noite do segundo dia foi a mais intensa. Chan decidiu que Seungmin precisava de "redecoração". Ele usou fitas adesivas de cetim preto para criar padrões sobre a pele de Seungmin, prendendo seus mamilos e criando amarras improvisadas que o forçavam a manter as pernas abertas.

— Olhe para ele, Binnie — disse Chan, admirando o trabalho. — Ele não parece uma obra de arte?

— A melhor que já produzimos — concordou Changbin, aproximando-se com um vibrador que ele havia escondido. — Mas acho que essa obra de arte está muito silenciosa.

Eles ligaram o brinquedo e o posicionaram contra o clitóris de Seungmin, enquanto Chan o possuía por trás e Changbin o beijava com uma fome desesperada. Seungmin gritou, o som ecoando pelo dormitório vazio. Ele gozou repetidamente, seu corpo tendo espasmos tão fortes que ele quase perdeu os sentidos.

— Mais... por favor, não parem... — ele implorava, as palavras saindo desconexas.

— Nós não vamos parar — prometeu Chan contra seu ouvido. — Temos mais vinte e quatro horas com você. E eu pretendo usar cada segundo.

No terceiro dia, a exaustão havia se transformado em um transe transcendental. Seungmin não sentia mais vergonha ou cansaço; ele sentia apenas o toque dos mestres. Ele passara a noite amarrado aos pés da cama, e quando o sol nasceu, ele foi levado para o banho.

Mesmo sob o chuveiro, não houve descanso. Chan e Changbin o lavaram com uma atenção meticulosa, mas a limpeza logo se transformou em mais uma sessão de uso. Contra os azulejos frios e sob a água quente, Seungmin foi preenchido novamente, seus gemidos se misturando ao som da água caindo.

— Você vai sentir falta disso quando os outros voltarem, não vai? — perguntou Changbin, enquanto secava o corpo de Seungmin com uma toalha felpuda, tratando-o agora com uma doçura quase dolorosa.

— Eu vou contar os minutos até ficarmos sozinhos de novo — confessou Seungmin, encostando a testa no ombro de Changbin. — Eu pertenço a vocês. Em qualquer lugar, mas especialmente aqui.

— Você é um bom garoto, Seungmin — disse Chan, aproximando-se para dar um beijo casto em seus lábios, um contraste gritante com a brutalidade das horas anteriores. — O melhor que poderíamos desejar.

Nas últimas horas antes do retorno dos outros membros, o ritmo desacelerou. Eles ficaram deitados na cama, Seungmin aninhado entre os dois, ainda nu, sentindo o calor dos corpos que o haviam dominado.

— Está na hora de vestir você — disse Chan, com um suspiro de pesar, vendo o relógio marcar o fim do prazo. — O boneco vai ter que voltar a ser o vocalista do Stray Kids.

— Mas as marcas... — Seungmin apontou para os hematomas e as marcas de mordidas em seus ombros e coxas.

— O maquiador vai ter trabalho — riu Changbin —, mas nós sabemos o que está por baixo dessas roupas. E você também sabe.

Enquanto Seungmin vestia lentamente suas roupas, sentindo o tecido agora estranho e áspero contra sua pele hipersensível, ele olhou para Chan e Changbin. Eles pareciam calmos, satisfeitos, como predadores que haviam acabado de se banquetear.

— Obrigado, mestres — Seungmin disse, fazendo uma reverência brincalhona, mas com um fundo de verdade absoluta.

— Não nos agradeça ainda, Seungmin — Chan disse, piscando para ele enquanto arrumava o próprio cabelo. — A turnê está chegando. E os hotéis têm paredes muito mais grossas que as deste dormitório.

Seungmin sorriu, um sorriso vitorioso e sombrio. Ele sabia que, embora o feriado tivesse acabado, sua vida como o "brinquedo" favorito de Bang Chan e Changbin estava apenas começando. Ele saiu do quarto para receber os outros membros que chegavam, sentindo o peso do segredo e o calor do sêmen seco em suas coxas, caminhando com a confiança de quem sabia exatamente a quem pertencia. E ele nunca fora tão feliz.